Can you hear me? It’s Fleet Management

Let’s begin today’s post by talking about what is not fleet management.  Fleet management is neither financial management nor operational management, when talking about fleet management, one thing that can never be forgotten is people, in fleet management everything comes back to human resources management, it is that simple!

fleetWell, we can touch on other things later on because now we need to go over the most important part. Let’s see some tends, such as, working with megalopolis logistic like, night delivery, which fits in rules and laws, thinking always about client supply chain, ‘client infrastructure’, and his product dropped off, because your client is, after all, the “Landlord”. There are so many examples of tends, like Amazon that has been using drones for delivery, or China’s company that has been using people’s camouflage on buses or other camouflage forms of delivery that provides an escape and does not break the law. With that in mind, if we want to be a standout fleet manager we need to pay attention to tends, because at the end of the day, that makes a huge difference.

Now we can get into a major part: Security. Security needs a value-that-builds-value in your company, let me speculate a little on this. When you don’t have a security policy in your operation, some hypothetical harm may become real, however, through using telematics solutions to identify critical routes, correcting the use of your fleet equipment through building successful programs, you can assess the drivers, control fleet policies, and control off-way.

But let us not forget, solutions, software and tends aren’t anything without good management, for this reason, I recommend you to read my last post: Are you doing management or reading report? That’s an important factor, try to dedicate as much time as you can to get to know your employees and how they are carrying out their duties, and most importantly: without certain skills such as, good practices, sustainability practices and business laws, management is nothing.

Take also into consideration, good KPI’s may save your business, you should use calculations like fleet availability, TCO, and others that tend to make more with less. Do not forget about the vicious circle of inefficiency, it is crucial to know the critical success factors of your organization. Every factor that may cost impacts on operation needs to be deployed and measured.

Nowadays technology is everything. You must know about technology, solutions and anything that may help you with the automatic part of your operation. However, just having good software and solution will not turn you into a good manager, for this matter, learning maturity-cycle , which means go through a new set of skills step by step in order to master it, will not only make you an amazing manager but it will also build a culture around your company.

No one does good management without tools. It is important to buy end-to-end solution and this solution needs to be an easy-to-use tool. Software needs to fit-self in your ongoing business and help you understand where you may cut expenses. For example, if a solution does not help you with your base line management, think it over.

Currently it’s impossible not to think of mobile. If your company just has a mobile mindset, great! However, help your company if this is not happening, building a mobile strategy inside your organization or department and show that this is important, it is the beginning.

By the way, think of environmental sustainability as a world tend as well, take part in events, do network, find out solutions, think about innovation of process, all these things may help you.

Building a map of your process and value chain reduce process and create KPI’s that make sense in your business and lastly, analyses reports and put into action and create responsibilities for each one to carry out, turn this on circle, good circle for management.

Don’t forget, don’t just read reports, do management.

 

End Credits

The editing by Aline Miranda

The final editing was done by Antonio Carlos, English Teacher

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Imediatismo que custa caro!

Se observarmos o Mercado, é possível perceber rapidamente vários exemplos de empresas que criam estratégias erradas em momentos propícios tanto a gerar negócios e imediatooportunidades de curto prazo, quanto ao mesmo tempo aumentar o branding awareness, assim criando e oportunizando o momento para uma estratégia também de longo prazo, e desenvolvendo perenidade da marca, por exemplo, porém tem sido um momento desperdiçado por muitos.

Vamos a exemplos como Black Friday. Um dos momentos mais importantes de um grande setor da economia brasileira, Comércio e Varejo, muitas empresas caem na tentação das más ou falta de estratégias, sendo facilmente envolvidas pela emoção, ganância e suas metas imediatistas, pecam por criar propagandas enganosas, fazem uso excessivo das letras miúdas e rodapés pouco claros, famosos vilões ainda das épocas do comercio somente off-line.

Mas agora, cada vez mais lidamos com consumidores maduros, principalmente com o passar do tempo e amadurecimento natural do nosso e-commerce inclusive. Sendo assim, pudemos ver que ao final de 2015 no último Black Friday, tivemos números record de reclamações, fiscalização, multas e tudo que há direto na resolução de problemas em compras do mundo virtual.

Mas, o mais grave, ainda esta por vir. Essas empresas se estiverem bem estruturadas na questão estratégia, o que eu até duvido um pouco, já devem ter calculado suas perdas de longo prazo com deterioração da marca, perdas futuras de Market Share, queda no índice de satisfação de seus clientes, ruptura de parcerias, perdas fortes no marketing boca a boca, enfim, uma catástrofe que mesmo com boas estratégias demoram-se tempos a se recuperar.

Por isso, mais importante até do que um bom cálculo de ROI das suas ações e campanhas promocionais (essencial), ou aproveitamento dos momentos de mercado de altas vendas, é importante calcular o impacto positivo e negativo de cada ação, é importante também testar e ouvir clientes, use metodologias como grupo de experiência para calcular a efetividade de suas ações promocionais, teste mídias digitais de baixa alcance, prova de conceito pode salvar seus números.

E quanto à Black Friday e outros grandes eventos, empresas, muito cuidado para não passar sem mais nem menos de Black Friday para Black List! #FicaDica

Você faz gestão ou lê relatórios?

Business
Business

Como vocês já devem ter percebido, estamos vivendo a era da Gestão. Impulsionados por um movimento perceptivo do mercado de que o século passado que foi baseado na produção e obtenção de bens de consumo e que esse processo não seria sustentável para o planeta e consequentemente para continuação saudável da vida humana, vem nascendo muitas das discussões e metodologias voltadas á sustentabilidade, não só no contexto ambiental, mas também no âmbito geral no estilo de vida das pessoas.

Todos vocês, ou pelo menos a maioria, deve estar de olho nas novidades e movimentações do mercado em torno de discussões tais como a economia compartilhada, um novo conceito de produção, obtenção e consumo de bens e serviços que de forma muito prática transforma as teorias de sustentabilidade em realidade.

Discussões a parte se o modelo A ou o modelo B é ou não legal do ponto de vista jurídico, tais como as discussões em torno do app de carona compartilhada, por exemplo, a reflexão proposta vai muito mais do ponto de vista de enxergar esse movimento de Mercado que propõe um conceito de compartilhamento e sustentabilidade principalmente de bens duráveis, ou a não obtenção de bens e serviços pura e simplesmente pelo consumismo, mas sim um consumo voltado à necessidade, pontualidade, excelência no atendimento, praticidade e coerência social de novos valores teóricos já incorporados de forma muito frágil nos movimentos sociais, empresas e poder público, tendo até hoje um baixo índice de tangibilidade do ponto de vista de benefícios para todas essas entidades envolvidas.

Dito tudo isso, qual a correlação entre essa nova era e a problemática do título, “você faz gestão ou lê relatórios”?

Simples, ou não tanto, depende do ponto de vista. O papel do colaborador, sendo ele um gestor ou não dentro de uma companhia, mas com certeza com muito mais peso sendo ele um gestor, passa a ser um papel de alguém que deve ser além de um leitor de relatórios, mas o papel de alguém que conhece bem o negócio em que atua, que participa da companhia como um empreendedor corporativo, e que está antenado a esta nova era de forma a perceber no seu papel como gestor que uma gestão efetiva, aquela ao qual se conhece bem as ferramentas necessárias para desempenhar a função proposta, que conhece bem o negócio em que atua, as pessoas que influenciam todo esse circuito e percebe que a importância de uma boa gestão vai além de trazer bons resultados para companhia, mas traz bons resultados para sociedade como todo.

Quando seus produtos e serviços estão dentro da lei, evitam desperdícios, seguem normas éticas de sustentabilidade ambiental e social, contribuem para o aprimoramento do mercado, contribuem para o desenvolvimento social do meio ao qual atual e impactam, oferece qualificação e desenvolvimento para os colaboradores da companhia e que consequentemente gera pessoas com maior consciência social e engajamento em causas públicas e por um mundo melhor. Pensa, desenvolve, impulsiona e crítica de forma construtiva às ferramentas de mercado, as leis e fiscalizações públicas, e interage com os stakeholders do negócio em que atua, e tantas outras maneiras de se pensar diferente, isso sim é ir além de ler um relatório, pois inclusive a leitura do relatório pode estar sendo feita de forma míope na maioria das vezes por falta de todos esses ingredientes mencionados.

Então essa é provocação, usando a frase no sentido literal ou não, “você faz gestão ou lê relatórios”? Você está preparado para o jeito de se fazer as coisas nessa nova era?

O mundo está mudando, e ainda mais em momentos de crise financeira como a que os países emergentes estão vivendo neste momento, especialmente neste caso o Brasil, precisamos estar preparados para um jeito novo de se fazer as coisas, conhecer as tendências e movimentos do mercado, mesmo que sejam eles movimentos passageiros, é importante.

Ferramentas e relatórios sem um Gestor especializado não é nada, e não pense que gestão eficiente é algo que se aprende e adquire do dia pra noite, tudo possui uma curva de aprendizagem e com gestão não é diferente, mas é o maior investimento que você pode fazer, por que com uma boa gestão o sucesso é inevitável.

O que realmente conta na Contratação de um Produto ou Serviço?

Atributos do Produto

A promessa de um benefício milagroso possivelmente não melhora o posicionamento no mercado, muito menos o valor percebido do cliente com relação ao seu produto ou serviço.

O caminho mais interessante certamente é o de adicionar atributos que compradores valorizam, parece óbvio não? Mas e na prática?

Investir nesses atributos começa com uma boa pesquisa, ouvir seu cliente, conhecê-lo, entender seu comportamento e necessidades, depende e exige maturidade no que se chama de estratégia de marketing, desenho e gestão de soluções, pesquisa de mercado, e etc.

Existe sempre a possibilidade de promover atributos tangíveis, tais como preço mais baixo, por exemplo, mais fácil não? Mas e os intangíveis, como a imagem da sua Marca? As interações para esta opção são mais complexas, mais técnicas, exigem mais conhecimento, exige se aprofundar e conhecer estatísticas e metodologias que permitam mensurar a atratividade de cada atributo, inclusive identificar miopia com relação ao próprio produto ou serviço, identificar uma possível leitura equivocada sobre o que realmente leva seus clientes e consumidores a comprar suas soluções.

É neste ponto em que entramos em ferramentas, das quais existem várias, até mesmo como a mais conhecida Análise de SWOT possivelmente uma das mais utilizadas no mundo da estratégia de Marketing, mas no caso deste artigo a abordagem é sobre Atributos da sua Solução, e a ferramenta proposta é a Matriz de Relevância x Singularidade, conhece?

Matriz

A análise é simples, é necessário que para cada oferta, solução, separe os atributos e encaixe dentro da Matriz, e a grande busca é por um maior número de atributos chamado de vetores, em que existe uma singularidade alta, ou seja, atributo difícil ou quase impossível de ser copiado por seus competidores, e uma alta relevância para o cliente na contratação/compra do seu Produto ou Serviço.

O importante também é identificar a quantidade de atributos/benefícios que se encaixe em “ouro dos tolos” por que esses são os que mais precisam ser trabalhados para serem melhorados para que o foco da sua solução seja os de atributos de mais alta relevância para o cliente.

Quem tiver o interesse de se aprofundar mais nessa metodologia, entre contato para conversamos e trocarmos experiências e conteúdo.

Espero que tenham gostado mais uma vez!

Qual a Tendência no Mercado de Cartões?

mobile payment

Mercado de Adquirência e a Entrada de novos Players

Em Adquirência o Mercado-alvo é o mercado de transação em dinheiro, não mercado de concorrência, que foi aquecido nos últimos 03 anos com entrada de novos players e já conta com mais 08 adquirentes conhecidos e estruturados, apesar da grande concentração em apenas 02 players (Rede e Cielo).

Num mercado que se necessita de Marca/Produto > Bandeira > Adquirência > Bancos, as empresas de Adquirência tem criado algumas parcerias de outsourcing em algumas partes da cadeia, a chamada Sub Adquirência. Um grande exemplo são empresas que atuam especificamente com processo de captura, e este Mercado anda bem movimentado com criação de várias joint venture para este processo de Sub Adquirência.

Novas Empresas de Adquirência tem nascido com a proposta de diminuição dos processos em sua cadeia, porém ainda é o “elo” menos evoluído no processo de difusão do M-PAY, em que as Principais Bandeiras de Cartão no País estão de olho e já estão preparadas para um processo de “rollout” para pagamento M-PAY, porém as empresas de Adquirência estão se adequando, abrindo espaço para as Sub Adquirências.

Este Mercado tem evoluído muito também com relação às tendências do Mercado internacional que tem uma linha menos conservadora e entra em questões mais de Interoperabilidade, e em ter um leque de serviço tais como: Programas de Fidelidade, “Cuponagem”, ERP, e Consultoria de Negócios para PME.

Como Manter os Pagamentos Seguros sem Deixar de Inovar?

Para falar de segurança, não tem como não falar de segurança na massificação da interoperabilidade e em criação de Big Data que permite um Business Analytics in cloud a grande discussão do momento no mundo tecnológico e de Business Intelligence. Outra preocupação também é a linha tênue entre Comodidade do cliente (One Click to Buy) x Segurança. Para Inovar mantenha sempre perto as metodologias de segurança, pois num mercado evoluído como o de Cartões, não há espaço para erros, mas esteja mais ainda atento a essas tendências de Big Data onde é preciso estudar algoritmos de categorização de clientes, set de clientes, data lake (armazenamento de dados não categorizados disponíveis para cruzamento), contextualização indexada, e usar esses métodos para entender melhor o comportamento e necessidades dos clientes, isso é investir em segurança inovando, conhecer melhor o seu cliente é a melhor arma contra de prevenção a fraudes.

Agora, e tokenização? O assunto mais quente do Mercado Mobile, é o modelo mais ideal para segurança x comodidade da transação e novas tecnologias. A tokenização garante: Crosspayment tráfego seguro in cloud, blindagem da captura, e proteção da transação. Mas, mais do que isso, o problema não é tecnologia, ainda é preciso evoluir muito para que essa tecnologia emplaque no Brasil, é necessário quebra de paradigma como vem acontecendo na utilização da Biometria para transações num fluxo simples: Biometria/Device > Tokenização > Transação > + Cloud > Big Data > Segurança na transação.

Mas cuidado, as evoluções e surgimento de novas tecnologias colaboram com o desenvolvimento de maior segurança, mas também aumentam os desafios principalmente na informalidade por parte dos usuários, que enviam senhas de um para outro via SMS, Mídias Sociais, e App. Sendo assim novas formas de transação seria a resolução de um problema, e não um fluxo mais exposto (por conta dos dados estarem todos in cloud). Um Fluxo de: Autenticação > Tokenização > Relacionamento Big Data (Geolocalização, SMS, Perfil de Consumo) > Autorização é tão o mais seguro do que outros que já conhecemos.

Como o M-PAY está redesenhando a Indústria de Meios de Pagamentos?

Fato! É um novo desenho da Indústria de Meio de Pagamento, a frase agora é Canais Digitais.

O marco disruptivo foi o lançamento do Apple pay. A Apple já possui o e-wallet/Pass Book com o objetivo de criar credenciais eletrônicas para todos objetivos financeiros e não financeiros de um cliente Apple, eliminando a carteira física. Com o novo lançamento, as possibilidades transacionais passam a ser através da mistura de tokenização, senhas, finger print e uma infinidade de possibilidades.

A Apple causou um Buzz no mercado com o lançamento do IOS que possui dentre as novas tecnologias o Apple pay. Bandeiras como Master Card e Visa e os principais Bancos do País já estão conectados com a Apple, com um fluxo bastante simples: Através do IOS solicita habilitação do serviço no Banco > Banco gera um token/identificação diferente de qualquer dado bancário, mais que está diretamente ligado a todos os seus dados bancários/cartões > Usuário realiza transação através do Contact less do Mobile utilizando sua senha do IOS, ou Finger print. Em caso de perda do celular, o token pode ser tranquilamente cancelado e gerado um novo código vinculado aos seus dados no Banco.

O que a Apple esta fazendo é abrir o caminho para Interoperabilidade, One click to buyM-Payment, M-POSCross-payment (and to and)global payment, migração de cartão para MobileOmni Channel (Integração de todos os Canais/Mídias de pagamento). Isso é Tendência, esse é o momento, uma onda de Inovação no Mercado de Cartões se iniciou e está forte e robusta, é hora de olhar com carinho e atenção, ou pode ser engolido por quem quer inovar e ser diferente.

Seus Negócios são B2B e você quer entrar no Mundo Digital?

Marketing Digital
Marketing Digital

Pense em:

Conflito de Canais

– Deixe claras as divisões entre Canais eletrônicos, Televendas, Parceiros e Venda Direta, tais como qual o Target, estratégia de preço, políticas, exceções e segmentações regionais, por exemplo, dentre outras, isso minimiza os conflitos de canais de distribuição.

Especificidade dos Produtos

– Cuidado! Foco nas especificidades do produto pode prejudicar a geração de negócios, no Mundo Digital + é -. Seja claro, objetivo, utilize linguagem e plataformas com formato clean.

Força da Intangibilidade

– Planeje fatores intangíveis do Produto, por exemplo, branding, e entenda primeiro por que seus clientes compram seu produto de forma on-line, e não se engane! O branding do Produto Online pode sim ser diferente dos demais Canais.

O mercado já esta sofisticado, não se iluda!

– O responsável por compras, e o/ou Diretor, CEO da empresa, já compra na Amazon, na AliExpress, tem Facebook, Linkedin, e Twiter.

Dificuldades de realizar as vendas

– Cuidado, no mundo B2B as compras são por comitê, ou seja, existem alçadas de aprovação, este é um item muito importante neste Mercado.

– Os clientes pesquisam, eles “já conhecem” seu produto, não ache que vai “reinventar a roda” por que está vendo na Web.

– Diminua a complexidade de quem aprova a compra, este público gosta de rapidez e facilidade (são diretores, CEOs), o tempo deles “vale ouro”.

– B2B “não compra pra se divertir” é o trabalho dele, cuidado com excessos!

– Nesse Mercado não existe compra por relacionamento com o comprador, cuidado! Ele compra por que realmente precisa do seu produto, ele poderá ser mais exigente do que você está acostumado em outros Canais.

– O comprador não esta gastando o próprio dinheiro, seja rápido para conquista-lo, ele pode não ter muito tempo para decidir.

– Influenciadores conhecem WEB e estão nas Mídias Sociais, você precisa estar lá, nem pense em começar no Mercado Digital se você não estiver nas Mídias Sociais.

– Transforme benefícios funcionais em benefícios emocionais! O comprador é uma “pessoa”. Ele precisa sentir confiança no seu produto.

Redes Sociais

– O maior gerador de Leads!

– São os meios de relacionamento com seu cliente, use!

– Marketing Digital precisa de Conteúdo Online, 50% da venda é feita pelo conteúdo! As Redes Sociais podem te auxiliar nisso.

– Se os Diretores das Empresas estão no Mobile as Empresas irão querer estar no Mobile, se eles estão nas Redes Sociais, você “é obrigado” a estar lá.

Conteúdo

– Site tem que ter conteúdo, simples assim.

– Informações técnicas e artigos sobre seu mercado, são os maiores geradores de leads, crie portal, crie vínculos nas mídias sociais sobre seu conteúdo, e use-o para relacionamento com a carteira online.

– Revisão dos 4P’s

– “Esqueça” os 4P’s Tradicionais, no Marketing Digital, pense SAVE (Solução, Acesso, Valor, Educação).

Solução como satisfação das necessidades dos seus clientes, solução não é funcionalidade e tecnologia superior.

Acesso é a trajetória e experiência de compra do seu cliente, você precisa criar integração entre seus canais de Vendas, satisfaça o desejo de compra do seu cliente, entenda o Customer Journey.

Valor é o que você entrega pelo preço que cobra, são os benefícios da sua Oferta.

Educação é conteúdo, forneça informação ao seu cliente e seu prospect, e assim crie necessidade de compra. Eduque seu cliente, e você irá criar relacionamento.

Ciclo de Compra

– Pesquise seu ciclo de compra, você está satisfeito? Pesquise o ciclo de compra de outros segmentos, entenda o que é vender Online.

– Conteúdo gera conteúdo! Marketing Digital é “viral”, Marketing digital depende de compartilhamento, a compra do seu cliente precisa de compartilhamento!

– Não tenha só um ponto de Venda. Crie um Ponto de Acesso do seu mercado, interligue suas ferramentas Online.

Posicionamento

– Conteúdo, te dá o “direito” de iniciar um diálogo, te da “direito” de falar nesse mercado online, conteúdo te posiciona, se faz ouvir.

– Migre de forma coerente, seus conteúdos OFF para o ON, é o melhor começo.

– Crie um conteúdo para cada fase de compra, estude Customer Journey.

– Crie conteúdo para diferentes ciclos de Vida do Produto e do cliente, não basta só entender por que o cliente compra meu produto, mas também por que não compra.

Atendimento: Chat Online

– Evite e-mails de áreas, coisas impessoais, use nomes de pessoas para atendimento, crie vinculo, do outro lado existe alguém comprando.

– Utilize Anúncios na WEB, são importantes, mas conecte-os, lembre de A de Acesso.

– No twiter existem pessoas, não empresas, seu diretor precisa falar lá do seu negócio, ele precisar ser seguido, ele gera leads.

– Compartilhe outros conteúdos interessantes do seu mercado, se quer ser compartilhado, então também compartilhe se não você não será “aceito”.

– Invista em Design, ou desista deste Canal.

Alguns Insights pra vocês sobre Inovação com base em um Fórum que participei do Tema!

Não Inove por Inovar…

– Inovação precisa estar na Estratégia da Empresa (Missão, Visão, Valores).

– Inovação precisa ter Metodologia (Design Thinking, Agile, Lean…);

– Inovação precisa ter Meta, a meta precisa ser mensurável, precisa ter Pipeline, e fazer parte do Negócio Core da Empresa.

– Em Inovação os processos organizacionais são ferramentas, mas não podem ser usados como barreiras, se fizer sentido devem ser deixados de lado momentaneamente.

– A área de Inovação precisar ser uma Startup interna, com metodologias disruptivas.

– Pense fora da caixa, mas dentro do caixa$$.

– Inovação é tentativa e erro, é co-criação, precisa ter processo de captura de ideias, precisa fazer benchmark.

– Quem não faz experimentos, não Inova.

– Inovação precisa ter Meta Top down, e Meta Value up.

– No processo de definição de Objetivos e Metas de Inovação é necessário aplicar bons filtros no tamanho da oportunidade, encontrar o Fair Share, e a real efetividade da Inovação.

– Quer Inovar? Então você precisa ter capacitação na Organização, Publicações periódicas, criar um processo educacional sobre o tema.

Inovação em conectividade e Mobilidade…

– Necessário mapear as mudanças de comportamento dos consumidores, diversificar e segmentar.

– Inovação Mobile precisa gerar valor, necessitam serem soluções consultivas.

– Inovações tecnológicas hoje, precisam pensar em Analytics, In Cloud, Nanotecnologia, eficiência no custo marginal, conectividade, interatividade, interoperabilidade.

– Segurança precisar estar cada vez menos no Software, cada vez mais no Hardware, tendência de mercado.

Inovação em Diversificação de Mercados e Segmentação…

– Diversificação de Mercado e segmentos precisar aproveitar os conhecimentos, tecnologias e processos dos produtos e serviços já existentes.

– Inovação em Mercado precisa pensar numa venda consultiva, que gera mais inovação.

– Inovação em Mercado precisa gerar valor, antes de gerar retorno.

– Inovação pode ser para: Sobreviver, atrair, ou rentabilizar.

– Inovação em Modelos de Negócios, mudar de Push para Pull (Pare de oferecer suas ofertas, e façam com que seus clientes venham até elas);

Turn Around or Cross the street, Inovação que requer mudanças radicais.

– Exemplo de Meta de uma Empresa X: 35% do faturamento do negócio no ano devem ser originados dos produtos e serviços que não existiam há 05 anos.

– Aumente os valores percebidos pelo cliente dos seus produtos, reveja seu posicionamento periodicamente, e preste atenção nos mercados predecessores e substitutos.

– Engajamento do cliente na Inovação passa pelo processo de entendimento de qual o papel daquele cliente para a organização, âncora, “capilarizador”,…

Espero que tenham gostado!